quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Jogador Mato-grossense é dispensado do Tigres-MEX


O Tigres-MEX anunciou a dispensa do jogador Éverton, ex-Flamengo, nesta quarta-feira (18).

Para quem não sabe, Éverton nasceu em Nortelândia, mas aos 13 anos de idade foi jogar nas categorias de base do Paraná.

Em 2009, foi um dos destaques do rubro-negro na campanha que deu o título brasileiro ao clube carioca.

Além de Éverton, o atacante Itamar também foi dispensado.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

ACTC-MT leva corinthianos para ver "final" em Goiânia


A Associaçãos dos Corinthianos de Tchapa e Cruz de Mato Grosso (ACTC-MT) está organizando uma excursão para a cidade de Goiânia, para ver a última partida do clube paulista no Campeonato Brasileiro.

O valor da viagem será de R$ 380, incluindo as passagens de ida e volta, ingresso para o jogo, cerveja, água, refrigerante e lanche na ida, hospedagem e uma camisa da ACTC.

A data da ida é no dia 3 de dezembro (sexta-feira), às 20 h, e a volta será no dia 5 de dezembro (segunda-feira), logo após o jogo.

Os interessados devem efetuar pagamento até o dia 21 de novembro, ou entram em contato no email netimao@hotmail.com.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Cruzeiro esquece de outro pênalti


Cuca não tem dúvidas: o campeonato está armado para o Corinthians.

Corinthians que, no Parque do Sabiá, perdeu de 1 a 0 para o Cruzeiro em jogo em que a arbitragem não deu um pênalti claro de Henrique em Bruno César, coisa da qual Cuca se esqueceu, em jogo apitado pelo mesmo Sandro Meira Ricci.

O Fluminense que se cuide, Cuca avisou.

Ele reclama de dois pênaltis em Thiago Ribeiro.

No primeiro, o atacante se atirou.

No segundo, William tirou-lhe o doce da boca, com perfeição.

E ele acha, como muita gente, que não houve pênalti em Ronaldo.

De fato, se vale jogo de corpo, de ombro, nas costas do adversário, não houve pênalti.

Se não vale, foi.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Alguma dúvida?!


Há quem diga que não houve nada no lance acima.

Há quem diga que Gil não tem como dizer que tenha ido na bola, a menos que a tenha confundido com a cabeça de Ronaldo.

O fotógrafo Ricardo Trida, da Agência Estado, foi feliz ao mostrar o óbvio pênalti que foi o assunto principal da 35a. rodada do Brasileirão, com quase 16 mi pagantes em média por jogo.

O melhor público foi exatamente o do Pacaembu, onde faltaram 65 pagantes para completar 36 mil e o pior foi no Brinco de Ouro, onde 51 pagantes fizeram a plateia ultrapassar 6 mil.

Gols foram 27.

Gols que puseram o Corinthians na liderança a três rodadas do fim e o Atlético Paranaense no G4.

E que rebaixaram o Grêmio Itinerante, quer dizer, Viajante, isto é, Prudente.

Corinthians vira líder; Mengo encosta no Z-4


E ninguém cala este chororô... chora presidente, chora time todo, chora torcedor.

Por isso se tratar de um blog posso me vangloriar do meu time hoje ser líder do campeonato. E a frase acima já diz tudo a todos os invejosos de plantão.

Azar do Cruzeiro que teve ao menos 3 chances claras de gol, mas não marcou (e olha que o árbitro nem tentou tomar a bola to atacante cruzmaltino).

Azar do Fluminense que contra o frágil Goiás, começou o jogo muito nervoso, tomou um gol, mas conseguiu buscar no 2º tempo.

Lá atrás da tabela o Flamengo é quem não deve estar muito feliz. Todos os times que lutam contra a Zona de Rebaixamento venceram, e o clube carioca agora está a três pontos da Z-4.

Ainda acho que o rubro negro escapa, mas se perder do Guarani no sábado...

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Palpites da 35ª rodada


A rodada já começou com o Ceará tirando as chances de título do Botafogo na quarta-feira (10).

Atlético-MG e Flamengo quem vai sair perdendo é Vanderlei Luxemburgo, que com certeza será crucificado pela torcida mineira. Mas o jogo está com cara de empate.

Na Vila Belmiro o Santos desmotitvado e sem Neymar não deve aguentar a motivação e o Jonas do Grêmio.

No Pacaembú, o coração torcedor deste blogueiro mantém a esperança de vitória corintiana. Mas o pressentimento é mesmo para um empate.

No domingo Fluminense e Goiás se enfrentam no Engenhão. O tricolor tem tudo para empurrar de vez os esmeraldinos para a 2ª divisão, e tem tudo para se consolidar na liderança do Brasileirão. Mas, mais uma vez este coração torcedor ainda crê em um empate surpreendente.

No Beira-Rio, o Internacional não deve ter dificuldades para passar pelo Avaí.

Guarani e Vitória fazem o jogo dos desesperados no Brinco de Ouro. Pelo fator casa o blogueiro acredita em vitória do Bugre.

O motivado Atlético-GO enfrenta o Palmeiras no Serra Dourada, e tem tudo para sair do jogo vitorioso, já que o alviverde não está dando tanta importância ao Brasileirão.

Vasco e São Paulo se enfrentam para o clube carioca tentar tirar os tricolores da competição. São Paulo vai tentar a vitória para continuar brigando pela Libertadores, e assim ir motivado para o jogo contra o Flu. Está com cara de empate.

Por último, o Grêmio Prudente (entenderam a piada) enfrenta o Atlético-PR na Arena da Baixada, e dará adeus à competição.

Concordam? Dêem também os seus pitacos

A importância dos volantes no futebol


Que o futebol mudou não há dúvidas. Não há conversa de boteco em que o assunto não entra em pauta. Devido a isso, tornou-se um dos grandes assuntos das rodas de intermináveis discussões futebolísticas.

Sempre há na roda diversos “pitacos” com relação às mudanças no mundo futebolístico, e inúmeros fatores são levantados, seja ele a interferência da mídia na vida dos atletas, o papel dos empresários, os treinadores que se tornaram grandes estrelas, a disposição tática dos times.

No entanto em minha opinião algo deve ser levado em conta com atenção especial. Notem o papel do volante no futebol de hoje e verá que há uma estrondosa evolução na importância destes jogadores em qualquer esquema tático.

Analisando primeiramente os grandes times hoje nos principais campeonatos do mundo percebemos o quão relevante é o papel de seus volantes dentro do elenco.

Comecemos pelo time sensação da temporada. Ao falar de Real Madrid não tem como não citar Cristiano Ronaldo e José Mourinho como principais estrelas e responsáveis pela ascensão na produtividade do time madrilenho.

No entanto analisem os times anteriores e perceberá que há anos o Real não conta com volantes tão eficientes como Xabi Alonso e o surpreendente Khedira.

Passando por Milão, vejamos o caso do atual campeão da Champions League. No time campeão tínhamos Cambiasso, Zanetti e Thiago Motta marcando muito e principalmente, jogando.

No futebol inglês temos no Chelsea o incansável Essien e no novo Barça o pesado investimento em cima de Mascherano.

Analisando terras tupiniquins, vemos que em grandes times de hoje temos grandes volantes se destacando. Falando em São Paulo temos nos últimos anos duplas memoráveis. Como não lembrar de Mineiro e Josué, Hernanes e Jean, entre outras duplas premiadas.

Hoje os que mais se destacam são Elias e Jucilei, ambos comandam o meio de campo do poderoso Corinthians versão 2010.

Tivemos no Internacional também a interessantíssima dupla Guiñazu e Sandro, campeões da Taça Libertadores da América.

No entanto, não é objeto deste artigo ficar elencando jogadores, e sim analisar a mudança no papel dentro de campo destes verdadeiros carregadores de piano.

O futebol na época de Pelé costumava ser jogado num esquema parecido com um 4-2-4, tendo portanto apenas dois jogadores compondo o meio e dois atacantes e dois ponteiros à sua frente. Inevitável sobrecarga recaia sobre os sofridos volantes.

Com o tempo, as táticas foram evoluindo e chegamos a três tipos clássicos de meio de campo. O bom e velho 4-4-2, o interessante 3-5-2 e o sempre arrojado 4-3-3.

No primeiro, havia até os anos 80 uma quase regra que ditava ser dois volantes e dois meias, por isso a denominação, primeiro e segundo volantes.

Já no 3-5-2 geralmente há dois volantes mais soltos, que sobem mais, pois estão protegidos por três zagueiros. E no arrojado 4-3-3 é imperiosa a ajuda dos atacantes abertos para a composição do meio de campo para que o sistema reaja com fluência.
No entanto, na época do primeiro e segundo volantes clássicos, estes costumavam ser jogadores protetores da defesa, sua função primordial era roubar bolas e entregar para o companheiro mais próximo.

Analisemos os casos de Dunga, Gattuso, Gilberto Silva, Simeone, etc. Ocorre que hoje o futebol está muito dinâmico, e os volantes se tornaram um pouco mais meias e os meias um pouco mais volantes.

Não cabe mais aquele camisa 10 parado no meio de campo, assim como não resolverá este se os homens que vêm de trás não souberem jogar.

Em times que funcionam, volantes como Elias, Xabi Alonso, Hernanez, Ramires, entre outros, são peça chave, participando de muitas jogadas de gols e se destacando como grandes marcadores.

Portanto, cheguei à uma conclusão que o volantes deixou de ser um personagem de apoio dentro de campo para o lado dos protagonistas.

Nunca o futebol deverá perder a genialidade dos cada vez mais raros camisas 10, no entanto, a evolução na qualidade técnica dos volantes contemporâneos é algo que agrada muito e deixa o esporte muito mais interessante.

Hoje quem tem um jogador de fazenda na frente da zaga perde um atleta na hora de atacar, e ao longo de 90 minutos isso pode gerar um peso excessivamente oneroso para este time.

Portanto atenção companheiros, muita atenção com este jogador que ganha cada vez mais espaço dentro dos times. Podemos ter grandes surpresas para a Copa 2014, com volantes dando as cartas dentro de campo.